Extraordinário.
Num sprint final que traz memórias frescas de um Nacional-Porto, Zé Miguel, esse milhafre do deserto, ultrapassou o infame Labrecas em cima da "deadline", roubando-lhe o título de "Prémio Carreira - Guardião do Templo mais Cromo", da mesma forma como os avançados antagonistas lhe roubam constantemente os cruzamentos das suas mãos amanteigadas.
No terceiro posto, dois ex-guarda redes tripeiros com histórias bem diversas em tão ilustre agramiação: A sombra de Vítor Baía, Padrão, e o jogador que mais sofreu com o fantasma do mesmo, o saudoso Kralj. Quam não se recorda do seu "problema no olho", ou das suas tiradas magnânimes versus Olimpiakos e Alverca? Pois é.
Temos portanto o primeiro elemento de campo do nosso 11.
Zé Miguel, o homem da baliza.
Mil obrigados aos 40 compadres que usufruiram da supracitada Poll. Aí vem próxima!
terça-feira, novembro 16, 2004
POLL unida jamais será vencida.
quinta-feira, novembro 11, 2004
Poll
Ora bem.
Caros visitantes deste singelo blog sobre os Senhores do Esférico, vimos por este meio postástico rogar-lhes que desempatem a poll em curso. Isto porque queremos substitui-la, e para tal, queremos ter uma conclusão àcerca do primeiro classificado da dita cuja para que possamos começar a formar o nosso 11 de Cromos.
Caso Zé "Areias" Miguel e Ricardo "Photofinish" Pereira não estejam destacados um do outro dentro de dois dias, a decisão final caberá aos três compinchas que repartem responsabilidades dentro deste blog.
Por agora, a ilusão de democracia está bem presente, qual cruzamento de Nito. Por agora.
Bem hajam. E muita saudinha.
Caros visitantes deste singelo blog sobre os Senhores do Esférico, vimos por este meio postástico rogar-lhes que desempatem a poll em curso. Isto porque queremos substitui-la, e para tal, queremos ter uma conclusão àcerca do primeiro classificado da dita cuja para que possamos começar a formar o nosso 11 de Cromos.
Caso Zé "Areias" Miguel e Ricardo "Photofinish" Pereira não estejam destacados um do outro dentro de dois dias, a decisão final caberá aos três compinchas que repartem responsabilidades dentro deste blog.
Por agora, a ilusão de democracia está bem presente, qual cruzamento de Nito. Por agora.
Bem hajam. E muita saudinha.
Rudi-gol e Saavi-gol
Duas setas apontadas á baliza adversária.
Claro, este é um cliché há muito utilizado para definir avançados acutilantes. Porém, com cada cliché vem um "je ne sais quoi" deveras redutor e normalmente associado a uma reportagem de jornal desportivo antes de um jogo entre um "grande" e um "menos grande".
Rudi, o flaviense de Leste, conseguia abrir paredes à cabeçada. Imaginem então o que faria a uma defensiva mole e desprevenida...Rudi-gol era um avançado acutilante e durão que finalizava com a facilidade inerente a um queixume telefónico de Ricardo. E já que de telefonemas falamos, acrescentemos que se Rudi-gol o realizasse, seria Saavedra que marcaria o número, tal a sua facilidade em assistir o seu compagnon de route em pleno tapete verde. Isto se não fosse encontrado no balneário mais próximo a aparar cuidadosamente o seu bigodinho tipicamente brasileiro.
Rudi-gol e Saavi-gol...Chaves tem saudades vossas.

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
Claro, este é um cliché há muito utilizado para definir avançados acutilantes. Porém, com cada cliché vem um "je ne sais quoi" deveras redutor e normalmente associado a uma reportagem de jornal desportivo antes de um jogo entre um "grande" e um "menos grande".
- Exemplo - "Rudi e Saavedra - Setas apontadas á baliza de Padrão - "Queremos marcar ao FC Porto."
Rudi, o flaviense de Leste, conseguia abrir paredes à cabeçada. Imaginem então o que faria a uma defensiva mole e desprevenida...Rudi-gol era um avançado acutilante e durão que finalizava com a facilidade inerente a um queixume telefónico de Ricardo. E já que de telefonemas falamos, acrescentemos que se Rudi-gol o realizasse, seria Saavedra que marcaria o número, tal a sua facilidade em assistir o seu compagnon de route em pleno tapete verde. Isto se não fosse encontrado no balneário mais próximo a aparar cuidadosamente o seu bigodinho tipicamente brasileiro.
Rudi-gol e Saavi-gol...Chaves tem saudades vossas.

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
quarta-feira, novembro 03, 2004
Fama Boys - Parte 2
Como todas as sagas de renome, Fama Boys tem a sua sequela.
Fama Boys 2 ao seu dispôr. Tanto têm para oferecer estes jovens.
Começamos por Barnjak, que como as imagens demonstram, defendia de olhos fechados. Um seu companheiro, um Senhor do Esférico de seu nome Carlos Secretário, defendia com uma perna ás costas. Bem, talvez não, mas provavelmente existem jogadores que fariam melhor nessa mesma estranha posição do que o nosso amigo dopado e com menos 40 kg, somente a 10 kg do seu peso ideal. Aliás, peso esse que ostentou no início da sua 2ª passagem pela Invicta, recambiado do Real Madrid, onde foi considerado o primeiro de uma longa linhagem de galáticos. Lá, em terras de Cervantes e Calado a sua velocidade fez miséria até Chendo o ultrapassar constantemente nos treinos, apesar dos seus 82 anos.
Este mito de tez morena e nariz arrebitado começava a sua carreira, qual bebé dando os seus primeiros passos(curiosamente, juram as crónicas, um bebé avulso seria capaz de cruzamentos mais certeiros do que os do lateral). Para o acarinhar e acompanhar no início desta sua carreira dourada, os Fama Boys delegaram Tanta e Gena. Tanta, que nas horas vagas fazia de duplo do guitarrista Slash dos Guns 'n' Roses, revelou-se um excelente tutor de Carlos. Podemos ver na sua forma de jogar que o Professor Tanta deixou marcas indeléveis no estilo bolístico do jovem de nariz arrebitado devido á sua dureza.
Gena encerrava este desfile de rochedos defensivos. Primava sobretudo pelo seu penteado digno de uma "hair band" dos anos 80. De Famalicão a Penafiel o Gena viajou e o cabelo na mesma ficou.

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
Fama Boys 2 ao seu dispôr. Tanto têm para oferecer estes jovens.
Começamos por Barnjak, que como as imagens demonstram, defendia de olhos fechados. Um seu companheiro, um Senhor do Esférico de seu nome Carlos Secretário, defendia com uma perna ás costas. Bem, talvez não, mas provavelmente existem jogadores que fariam melhor nessa mesma estranha posição do que o nosso amigo dopado e com menos 40 kg, somente a 10 kg do seu peso ideal. Aliás, peso esse que ostentou no início da sua 2ª passagem pela Invicta, recambiado do Real Madrid, onde foi considerado o primeiro de uma longa linhagem de galáticos. Lá, em terras de Cervantes e Calado a sua velocidade fez miséria até Chendo o ultrapassar constantemente nos treinos, apesar dos seus 82 anos.
Este mito de tez morena e nariz arrebitado começava a sua carreira, qual bebé dando os seus primeiros passos(curiosamente, juram as crónicas, um bebé avulso seria capaz de cruzamentos mais certeiros do que os do lateral). Para o acarinhar e acompanhar no início desta sua carreira dourada, os Fama Boys delegaram Tanta e Gena. Tanta, que nas horas vagas fazia de duplo do guitarrista Slash dos Guns 'n' Roses, revelou-se um excelente tutor de Carlos. Podemos ver na sua forma de jogar que o Professor Tanta deixou marcas indeléveis no estilo bolístico do jovem de nariz arrebitado devido á sua dureza.
Gena encerrava este desfile de rochedos defensivos. Primava sobretudo pelo seu penteado digno de uma "hair band" dos anos 80. De Famalicão a Penafiel o Gena viajou e o cabelo na mesma ficou.

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segunda-feira, novembro 01, 2004
TIA ANICA DO LOULÉ!!

"Tia Anica Tia Anica, Tia Anica do Loulé, quem ainda não viu jogar o Paulo e Tó Mané"
Que Dupla.. Tó Manel, Este avançado do Louletano, nos inícios dos anos 90, metia medo a qualquer defesa. O seu ar estrábico-cego não deixava antever as desmarcações rápidas e certeiras que executava.. muitas vezes a passe de Paulo Dias. O Sorriso e cabelo de palhaço não engana! Loulé era mais feliz nos anos 90.. Com este dupla de avançados, valia a pena pagar o bilhete.
VAMOS AO CABELEIREIRO EM PENAFIEL

Penafiel, época 93/94, na II Liga.
No meio campo pontificam Gena e Sérgio Conceição. Uma mistura explosiva!! Gena a dar exemplo do que é ser natural, com o cabelo de estilo "acabei de acordar" e longo q.b.. Por outro lado,l Sérgio introduz nessa bela cidade de António Oliveira o tão conhecido e abençoado GEL! O seu lema era "Cabelo para trás, gel a todo o gás!!". Os adversários ficam completamente esmagados porque com este look, ambos arrasavam no campo.
É a verdadeira mistura de gerações, uma mistura de 80's com 90's..
Gena e Sérgio, o meu obrigado!
sexta-feira, outubro 29, 2004
Fama Boys - Parte 1
O terror dos verdes campos, o vosso pior pesadelo, o sonho de qualquer departamento médico antagonista. A linha defensiva da agremiação desportiva de Vila Nova de Famalicão era dura como uma rocha, impenetrável como uma discoteca à sexta à noite e fazia gala de uma subtileza digna de George W Bush.
Posto isto, que mais há a dizer? Jaime Pacheco ficaria orgulhoso destes rapazes. Spassov, valente avançado que recebia os passes rasgados endossados por Pacheco no Paços afirmou mesmo que chegou a assistir ao rio de lágrimas que corria pela face de Pacheco cada vez que tinha que defrontar estes Fama Boys nesse duelo fraticida que era um Paços vs. Famalicão. Porém, a vida de um Deus da Bola está pejada de armadilhas ou artimanhas deste género, e há que as enfrentar de peito aberto, qual duelo José Veiga vs. Fisco.
Ficaram lendários os confrontos destes elementos com avançados opostos. Rogério, conhecido entre nós sobretudo pela sua aparição ao lado de Alexandra Lencastre em "Rua Sésamo", no papel de "Poupas", destacava-se precisamente pela forma como esta "tão sua" protuberância capilar baloiçava ao vento, tal qual uma bola bombeada por Lula.
Por falar em Lula...não nos deixemos levar pelo bonacheirão bigode. Fazia uso de uma dureza de meter inveja a Clint Eastwood, com a eficácia de um "sonasol".Provavelmente, só duas coisas o separavam do seu companheiro Ben-Hur:
De seguida retrataremos a segunda parte deste muro intransponível que era a defesa do Famalicão. Fama Boys.

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Posto isto, que mais há a dizer? Jaime Pacheco ficaria orgulhoso destes rapazes. Spassov, valente avançado que recebia os passes rasgados endossados por Pacheco no Paços afirmou mesmo que chegou a assistir ao rio de lágrimas que corria pela face de Pacheco cada vez que tinha que defrontar estes Fama Boys nesse duelo fraticida que era um Paços vs. Famalicão. Porém, a vida de um Deus da Bola está pejada de armadilhas ou artimanhas deste género, e há que as enfrentar de peito aberto, qual duelo José Veiga vs. Fisco.
Ficaram lendários os confrontos destes elementos com avançados opostos. Rogério, conhecido entre nós sobretudo pela sua aparição ao lado de Alexandra Lencastre em "Rua Sésamo", no papel de "Poupas", destacava-se precisamente pela forma como esta "tão sua" protuberância capilar baloiçava ao vento, tal qual uma bola bombeada por Lula.
Por falar em Lula...não nos deixemos levar pelo bonacheirão bigode. Fazia uso de uma dureza de meter inveja a Clint Eastwood, com a eficácia de um "sonasol".Provavelmente, só duas coisas o separavam do seu companheiro Ben-Hur:
- O belo do nome, que em ambos os casos não deixa de ser hilariante, pois um é apanágio de um peixe mal cheiroso, enquanto o outro poderá ser encontrado numa videoteca foleira perto de si, mesmo ao lado de "Rocky 5" ou "Aniki-Bobó"(por falar nele...).
- O segundo motivo... claro, o bigodinho á Mandarim.
De seguida retrataremos a segunda parte deste muro intransponível que era a defesa do Famalicão. Fama Boys.

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terça-feira, outubro 26, 2004
Com 4 letrinhas apenas

Edil e Vule - 4 letras que significam CROMOS!
VULE - Atacante do Chaves, nascido em Montenegro e que veio transferido da Aústria. Um diabo à solta... mas so´pelo cabelo.
EDIL - Avançado do Sp. Espinho, brasileiro, com todo o ar de empregado do Kilo ou do Rodízio. Não vingou em Portugal no Futebol.. mas quem sabe num desses restaurantes brasileiros.. perto de si
Zé Miguel - NA TERRA E NO MAR!

Zé Miguel!!
Esse esteio da defesa do Académico de Viseu, em 1993-94. O seu estilo confundia-se com um camarão, tal era o vermelho que a testa captava do sol. As suas defesas eram de facto pra fotografia. Os seus calções pareciam modernos calções de Body Board. Os seus cabelos ao vento no Fontelo davam a Zé Miguel o ar surfista que nenhum outro guarda-redes teve. Para ele, em certos jogos, a baliza parecia muito pequena, já que praticamente não se mexia e só via as bolas a entrar. Assim foi fácil e previsível a sua mudança.. Zé Miguel, passou para a Selecção Portuguesa de Futebol de Praia!! Durante anos e anos ocupou as praias portuguesas e, com o seu estilo, até a areia tinha medo de ser calcada.. No entanto, poucos foram os grãos que escaparam a uma visita guiada ao seu vistoso Bigode! Zé Miguel, esse mito, esse passado e futuro exemplo de um guardião
segunda-feira, outubro 25, 2004
A Cortina de Ferro
Com certeza que muitos de nós têm saudades da "squadra rossa" que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do Mundo, via UEFA.
Tentando minorar esse sentimento tão português, decidimos dar á luz, qual renascimento, ao sector mais recuado dessa equipa. Assim sendo...apresentamo-vos a CORTINA DE FERRO.
-» Best era o guardião do último reduto. Pequeno, mas elástico e com uma bela e cuidada bigodaça, Best destacava-se sobretudo pelo seu apodo. Apodo esse, que, segundo corre á boca cheia, foi autoproposto. Autoconfiança nunca fez mal a ninguém, e se bem que a autodenominação "Best" é um pouco azeiteira...azeite nunca matou ninguém. (nem Sérgio Conceição)
-» Claro está que nenhuma equipa do esférico luso do início dos anos 90 poderia coexistir em paz com o Mundo se não contasse com um imigrante de Leste nas suas fileiras, ou no caso do União da Madeira, duzentos e cinquenta e dois. A colectividade portuense, porém, contava com estes dois felinos e altivos defesas no seu plantel. Juntos aterrorizavam avançados moles e cobardes enquanto trocavam conselhos sobre moda. Numa dessas tertúlias corre a lenda que Djoincevic disse a Milovac que teria melhor sorte com o sexo oposto se deixasse crescer a barba e mudasse o seu nome para "Milovic". Não sabemos em que pé ficou.
-» Agora responderemos a uma pergunta que com certeza assombra as mentes de quem viu esta fotografia pela primeira vez. Vinha?? A defesa???? Pois bem, se os "Cadernos da Bola" põem Vinha a defesa-central, quem somos nós para contrariar? Lá está. Ninguém. Mas de qualquer forma, Vinha é mais um na grande linhagem de jogadores altos que não fazem a mínima ideia de como se cabeceia. Pensamos que tenha sido o mentor de Edgaras Jankauskas.
-» Por fim, o planeta á volta do qual todos os satélites gravitam: O Capitão. É verdade, contrariando a teoria de "Os Cromos da Bola", este grande capitão defesa-central NÃO tem bigode, apesar dos apelos de Djoincevic nesse sentido. Pois se a teoria do blog afirma que todos os defesas-centrais carismáticos o deveriam ter, Pedro junta-se a "Bicho" como um traidor á nossa causa. Paciência.

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Tentando minorar esse sentimento tão português, decidimos dar á luz, qual renascimento, ao sector mais recuado dessa equipa. Assim sendo...apresentamo-vos a CORTINA DE FERRO.
-» Best era o guardião do último reduto. Pequeno, mas elástico e com uma bela e cuidada bigodaça, Best destacava-se sobretudo pelo seu apodo. Apodo esse, que, segundo corre á boca cheia, foi autoproposto. Autoconfiança nunca fez mal a ninguém, e se bem que a autodenominação "Best" é um pouco azeiteira...azeite nunca matou ninguém. (nem Sérgio Conceição)
-» Claro está que nenhuma equipa do esférico luso do início dos anos 90 poderia coexistir em paz com o Mundo se não contasse com um imigrante de Leste nas suas fileiras, ou no caso do União da Madeira, duzentos e cinquenta e dois. A colectividade portuense, porém, contava com estes dois felinos e altivos defesas no seu plantel. Juntos aterrorizavam avançados moles e cobardes enquanto trocavam conselhos sobre moda. Numa dessas tertúlias corre a lenda que Djoincevic disse a Milovac que teria melhor sorte com o sexo oposto se deixasse crescer a barba e mudasse o seu nome para "Milovic". Não sabemos em que pé ficou.
-» Agora responderemos a uma pergunta que com certeza assombra as mentes de quem viu esta fotografia pela primeira vez. Vinha?? A defesa???? Pois bem, se os "Cadernos da Bola" põem Vinha a defesa-central, quem somos nós para contrariar? Lá está. Ninguém. Mas de qualquer forma, Vinha é mais um na grande linhagem de jogadores altos que não fazem a mínima ideia de como se cabeceia. Pensamos que tenha sido o mentor de Edgaras Jankauskas.
-» Por fim, o planeta á volta do qual todos os satélites gravitam: O Capitão. É verdade, contrariando a teoria de "Os Cromos da Bola", este grande capitão defesa-central NÃO tem bigode, apesar dos apelos de Djoincevic nesse sentido. Pois se a teoria do blog afirma que todos os defesas-centrais carismáticos o deveriam ter, Pedro junta-se a "Bicho" como um traidor á nossa causa. Paciência.

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sábado, outubro 23, 2004
1000
Temos que festejar o nosso milésimo visitante. É obrigatório em qualquer estabelecimento de renome.
Ora bem, aqui surgem as dificuldades. Isto não é um estabelecimento. E a questão do renome também é tão incerta como o paradeiro de um remate de Barroso. Mas ainda assim, tinhamos o fito de oferecer um carro e um porta-chaves do Paulo Madeira ao milésimo visitante. Só que como não há forma de ver quem foi, ficam ambos para o espólio de "Cromos da Bola".
De qualquer forma, porque não queremos ser unhas de fome, oferecemos a cada um dos 1000 visitantes um presente. Um União de Tomar vintage 1978. Para além dos equipamentos, três motivos nos chamaram a atenção, devidamente assinaladas com três belas setinhas vermelhas:
-- >Um moçambicano chamado Eusébio da Silva Ferreira, que segundo os nossos apontamentos, fez carreira no Beira-Mar, um gajo com um bigode porreiro e o capitão Simões, que segundo ouvimos dizer, jogou num clube de Lisboa. Mas estas informações não estão confirmadas por meio oficial.
Á parte de tudo isto...bem haja aos 1000 compinchas deste baluarte (ou não) do esférico.

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Ora bem, aqui surgem as dificuldades. Isto não é um estabelecimento. E a questão do renome também é tão incerta como o paradeiro de um remate de Barroso. Mas ainda assim, tinhamos o fito de oferecer um carro e um porta-chaves do Paulo Madeira ao milésimo visitante. Só que como não há forma de ver quem foi, ficam ambos para o espólio de "Cromos da Bola".
De qualquer forma, porque não queremos ser unhas de fome, oferecemos a cada um dos 1000 visitantes um presente. Um União de Tomar vintage 1978. Para além dos equipamentos, três motivos nos chamaram a atenção, devidamente assinaladas com três belas setinhas vermelhas:
-- >Um moçambicano chamado Eusébio da Silva Ferreira, que segundo os nossos apontamentos, fez carreira no Beira-Mar, um gajo com um bigode porreiro e o capitão Simões, que segundo ouvimos dizer, jogou num clube de Lisboa. Mas estas informações não estão confirmadas por meio oficial.
Á parte de tudo isto...bem haja aos 1000 compinchas deste baluarte (ou não) do esférico.

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Fabrice Alcebíade Maieco - O Gato Escuro
A vida ensina-nos muitas coisas. Uma delas é que a cópia dificilmente sairá com mais qualidade do que a original.
Os adeptos do Sport Lisboa e Benquerença, porém, desde há várias décadas esperam que este "milagre" se torne realidade. Pantera Negra ou Gato Escuro?
Eis que surge, nos meados da década de 90, qual D. Sebastião por entre as brumas, Fabrice Alcebíade Maieco. É um facto, não seria o nome mais recomendável para um craque. Porém, temos vários exemplos de como por vezes esta premissa é deveras enganadora. Neste caso...não foi. Fabrice não revolucionou o futebol lisboeta da forma como os seus dirigentes (famosos pela facilidade em descobrir jovens pérolas) esperavam. Desta forma, as fornalhas que preparavam o metal para construir mais uma estátua ao lado da outra que lá se encontra tiveram de ser postas em espera até ao dia em que o jovem Pepa entrou pelas portas da Luz. Porta grande, como todos se recordam.
Falamos tanto da fotocópia sem qualquer referência ao original, o que é imperdoável por se tratar do grande mito e símbolo da história desse papa-taças que é o União de Tomar. Pronto, como já fizemos referência á referência do jovem aqui referenciado, Fabrice Alcebíade, podemos prosseguir com a dissertação sobre os seus talentos.
Alcebíade acabou por não ter a carreira que todos fomos levados a acreditar que seria possível, ao estilo gingão de um Quinzinho, Gil, Toy, Mantorras ou Toni, todos pontas de lança negros que agarrados ao verde da esperança levariam o Mundo do Esférico até níveis nunca antes sonhados.
Ficou o sonho. E as fornalhas ainda fervem de antecipação. Carlitos, miúdo, isto é para ti.

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Os adeptos do Sport Lisboa e Benquerença, porém, desde há várias décadas esperam que este "milagre" se torne realidade. Pantera Negra ou Gato Escuro?
Eis que surge, nos meados da década de 90, qual D. Sebastião por entre as brumas, Fabrice Alcebíade Maieco. É um facto, não seria o nome mais recomendável para um craque. Porém, temos vários exemplos de como por vezes esta premissa é deveras enganadora. Neste caso...não foi. Fabrice não revolucionou o futebol lisboeta da forma como os seus dirigentes (famosos pela facilidade em descobrir jovens pérolas) esperavam. Desta forma, as fornalhas que preparavam o metal para construir mais uma estátua ao lado da outra que lá se encontra tiveram de ser postas em espera até ao dia em que o jovem Pepa entrou pelas portas da Luz. Porta grande, como todos se recordam.
Falamos tanto da fotocópia sem qualquer referência ao original, o que é imperdoável por se tratar do grande mito e símbolo da história desse papa-taças que é o União de Tomar. Pronto, como já fizemos referência á referência do jovem aqui referenciado, Fabrice Alcebíade, podemos prosseguir com a dissertação sobre os seus talentos.
Alcebíade acabou por não ter a carreira que todos fomos levados a acreditar que seria possível, ao estilo gingão de um Quinzinho, Gil, Toy, Mantorras ou Toni, todos pontas de lança negros que agarrados ao verde da esperança levariam o Mundo do Esférico até níveis nunca antes sonhados.
Ficou o sonho. E as fornalhas ainda fervem de antecipação. Carlitos, miúdo, isto é para ti.

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Rashid "Jaquim" Yekini
Comentários para quê? Basta ler o que respondeu o grande Rashid - também conhecido por "pérola negra", "fenómeno" ou como tão carinhosamente ficou conhecido em Setúbal, "Jaquim", ele que chegava (a meio da época 90/91) rotulado de goleador do Africa-Sports de Abidjan (Costa do Marfim para aqueles que não vêm o "Quem quer ser milionário") e que aterrou com o nome de... Pachidi Yékini - aquando do seu regresso ao seu Vitória, numa conversa com o director de futebol.
Como se sabe - e como se esperaria no nosso futebol - o Vit. Setúbal estava em grandes dificuldades financeiras nessa época (96/97), chegando mesmo a haver vários meses de salários em atraso. Numa das conversas de balneário entre o director e alguns jogadores, foi isto o que se passou, dito pelo exmº. sr. director:
"Numa dessas ocasiões fui ao balneário dizer que para a semana pagávamos - o Vitória era conhecido pelos jogadores como Vitória Futebol Clube Para A Semana (aparte: estes jogadores de futebol são todos uns bons malandros, hein?!... VFC para a semana!... Qual Seinfeld qual carapuça!) - então levanta-se o Jaquim e diz "señor Jorge posso hablar?" e eu disse "podes mas estás aqui há 15 dias ainda não te afecta o que estou a dizer..." e ele disse "não há banana , não há macaco". está visto que o balneário todo riu a bom rir. "
Cromos da bola. Um passo à frente nos pedidos da Nação.
Como se sabe - e como se esperaria no nosso futebol - o Vit. Setúbal estava em grandes dificuldades financeiras nessa época (96/97), chegando mesmo a haver vários meses de salários em atraso. Numa das conversas de balneário entre o director e alguns jogadores, foi isto o que se passou, dito pelo exmº. sr. director:
"Numa dessas ocasiões fui ao balneário dizer que para a semana pagávamos - o Vitória era conhecido pelos jogadores como Vitória Futebol Clube Para A Semana (aparte: estes jogadores de futebol são todos uns bons malandros, hein?!... VFC para a semana!... Qual Seinfeld qual carapuça!) - então levanta-se o Jaquim e diz "señor Jorge posso hablar?" e eu disse "podes mas estás aqui há 15 dias ainda não te afecta o que estou a dizer..." e ele disse "não há banana , não há macaco". está visto que o balneário todo riu a bom rir. "
Cromos da bola. Um passo à frente nos pedidos da Nação.
quinta-feira, outubro 21, 2004
Disco Chico
Conhecemos vários artistas da bola que deslizavam sobre o verdejante pano como fosse uma pista de dança e o dito cujo fosse um John Travolta ao som dos Beegees. Porém, nenhum outro foi tão subtil na arte de dançar á frente dos adversários como Chiquinho Carlos.
Apesar do nome sugerir imediatamente um companheiro dos Broa de Mel ou sucedâneo de Tony Carreira ou Emanuel, Carlos foi um Deus da Era da Disco. Quer dizer...não temporalmente, claro, mas foi protagonista de um momento de revivalismo desta Era em pleno relvado, na década de 80. Enquanto outros jogadores nos moldes de Frasco ou Tony Sealy espalhavam as boas novas dos sintetizadores tão em voga na altura, o nosso Carlitos era um bastião do revivalismo.
Qual Alf caído do céu, Chico trauteava melodias alegres e dançáveis á medida que colocava com leveza e suplesse o esférico nas desamparadas redes. E tudo com descontaridos passos flutuantes sobre o soalho da glória e sob luzes reflectidas pela característica bolinha reflectora pendurada no tecto da bôite. Golos, golos e mais golos perseguiram o nobre Chico por terras lusas, particularmente na cidade dos arcebispos & Karoglans ou nas salgadas margens do Sado, burgo de Rashidi Yekini. Maravilhou Viseu e Mafra como só ele o sabia fazer. Claro que já se encontrava no declínio da sua carreira, mas ainda conseguia dançar Boney M ou Donna Summer com os melhores...
Com ele morreu a Disco.
R.I.P.

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
Apesar do nome sugerir imediatamente um companheiro dos Broa de Mel ou sucedâneo de Tony Carreira ou Emanuel, Carlos foi um Deus da Era da Disco. Quer dizer...não temporalmente, claro, mas foi protagonista de um momento de revivalismo desta Era em pleno relvado, na década de 80. Enquanto outros jogadores nos moldes de Frasco ou Tony Sealy espalhavam as boas novas dos sintetizadores tão em voga na altura, o nosso Carlitos era um bastião do revivalismo.
Qual Alf caído do céu, Chico trauteava melodias alegres e dançáveis á medida que colocava com leveza e suplesse o esférico nas desamparadas redes. E tudo com descontaridos passos flutuantes sobre o soalho da glória e sob luzes reflectidas pela característica bolinha reflectora pendurada no tecto da bôite. Golos, golos e mais golos perseguiram o nobre Chico por terras lusas, particularmente na cidade dos arcebispos & Karoglans ou nas salgadas margens do Sado, burgo de Rashidi Yekini. Maravilhou Viseu e Mafra como só ele o sabia fazer. Claro que já se encontrava no declínio da sua carreira, mas ainda conseguia dançar Boney M ou Donna Summer com os melhores...
Com ele morreu a Disco.
R.I.P.

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quarta-feira, outubro 20, 2004
Foi dificil o parto!...
Custou mas foi! Já tou cá. Obrigado a todos os que me apoiaram nesta caminhada, especialmente à minha familia e amigos mais próximos, à minha linda mulher e aos meus 2 filhos que me estão a ver em casa - Tá na hora de ir pá cama! seus catraios -, à linda modelo que trouxe para esta festa só pa fazer inveja ao Rui e ao Paulo, ao meu agente, que acreditou sempre em mim, ao mister com quem aprendi tanto - obrigado Toni... um grande abraço, não te consigo ver no meio das luzes mas sei que tás prái pá -, ao meu ídolo de infância, o saudoso Veloso - ah, ainda não morreu?... - mas principalmente gostaria de agradecer àquele amigo sem o qual nada disto aconteceria... o Major. E ao Paulinho Santos também já agora. E ao Jorge Costa. Passámos por muito mas os cães ladram e o rio passa por baixo da ponte ou qualquer coisa assim. Já esqueci as merdas que aconteceram entre nós... - fodasse não devia ter dito merdas. Obrigado a todos, já tou a ficar sem tempo pa agradecer, obrigado. E ao Jardel também já agora. Ao Vilarinho não esse filho da puta que me expulsou do Benfica depois de ter assinado contrato vitalício, nem ao cabrão do alemão que não sei dizer o nome... Ah!, e Nuno e Rui também obrigado. Grandes momentos que tivemos. Pronto, acho que fico por aqui. E ao Futre também. Só tive contigo na selecção e um par de meses mas foste grande. Obrigado a todos. Obrigado.
terça-feira, outubro 19, 2004
Três letrinhas apenas...
VLK.
Um nome marcante na nossa história futebolesca. E nesta frase sublinho de facto a palavra "nome", pois a sua importância derivou disso mesmo. A fama de VLK viveu destas três letrinhas apenas e morreu aí também.
Concerteza que não serão muitos os adeptos do esférico que se recordarão de um passe incisivo, um corte ríspido ou um cruzamento certeiro do nosso amigo das consoantes. Porém, as suas acções no magnífico tapete verde das Antas e nos magníficos tapetes verdes ou castanhos do resto do país não são importantes para este blog.
O que importa realmente é o deleite que o tele-espectador tinha a ouvir estas três letrinhas fluir das colunas das televisões no seu lar. Várias interpretações do mesmo levaram a que este Senhor do Esférico se tornasse um mito dos relvados.
E concerteza todos recordaremos o sonho deste jovem, que mais não seria que pisar o estúdio de "Roda da Sorte" e pedir, com toda a gentileza que o caracterizava, uma vogal a Rute Rita.
Mas nada... Porquê, Rute? Seria tão fácil satisfazer mais um desejo a um jovem desesperado...

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
Um nome marcante na nossa história futebolesca. E nesta frase sublinho de facto a palavra "nome", pois a sua importância derivou disso mesmo. A fama de VLK viveu destas três letrinhas apenas e morreu aí também.
Concerteza que não serão muitos os adeptos do esférico que se recordarão de um passe incisivo, um corte ríspido ou um cruzamento certeiro do nosso amigo das consoantes. Porém, as suas acções no magnífico tapete verde das Antas e nos magníficos tapetes verdes ou castanhos do resto do país não são importantes para este blog.
O que importa realmente é o deleite que o tele-espectador tinha a ouvir estas três letrinhas fluir das colunas das televisões no seu lar. Várias interpretações do mesmo levaram a que este Senhor do Esférico se tornasse um mito dos relvados.
E concerteza todos recordaremos o sonho deste jovem, que mais não seria que pisar o estúdio de "Roda da Sorte" e pedir, com toda a gentileza que o caracterizava, uma vogal a Rute Rita.
Mas nada... Porquê, Rute? Seria tão fácil satisfazer mais um desejo a um jovem desesperado...

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
segunda-feira, outubro 18, 2004
NOVA POLL
Como já devem ter reparado, há uma nova poll para todos nós. Para disfrutarmos alegremente, como se de um remate de Pacheco, um passe de Quitó ou um corte em carrinho de João Manuel Pinto se tratasse.
O intuito é formar uma equipa dos maiores CROMOS da bola lusitana. Como todas as grandes equipas, a nossa começa a ser formada pela retaguarda.
Esperemos que votem de acordo com a sua consciência futeboleira, e agradecemos desde já a vossa colaboração ao jeito de um passe curto e incisivo, mas com a criatividade natural de um nr.10 à lá Abdel-Ghany.
Bem hajam.
O intuito é formar uma equipa dos maiores CROMOS da bola lusitana. Como todas as grandes equipas, a nossa começa a ser formada pela retaguarda.
Esperemos que votem de acordo com a sua consciência futeboleira, e agradecemos desde já a vossa colaboração ao jeito de um passe curto e incisivo, mas com a criatividade natural de um nr.10 à lá Abdel-Ghany.
Bem hajam.
Resultados Finais da POLL
Resultados finais:
Grande vencedor e MAIOR CROMO DA HISTÓRIA DA BOLA...
1º DIAS DA CUNHA!!!!
Honroso 2º classificado, o inevitável...
2º CARLOS SECRETÁRIO!!!
Ex-aequo no último mas extremamente honroso lugar do pódio...
3º JOÃO "BROAS" PINTO e NITO !!!!!!!
Obrigado pela participação, e particularmente para Renivaldo Pereira Jesus e Vítor Duarte...não desaminem!!São grandes cromos no coração do blog e sempre serão!!
| |||
| João Pinto (Broas) | 6 | ||
| Renivaldo Pereira Jesus | 0 | ||
| Cacioli | 2 | ||
| Vítor Duarte | 0 | ||
| Nito | 6 | ||
| Dinis | 1 | ||
| Dias da Cunha | 15 | ||
| Matias | 2 | ||
| Secretário | 7 | ||
| Outro | 1 | ||
![]() | ![]() | ||
| 40 votes total | |||
Grande vencedor e MAIOR CROMO DA HISTÓRIA DA BOLA...
1º DIAS DA CUNHA!!!!
Honroso 2º classificado, o inevitável...
2º CARLOS SECRETÁRIO!!!
Ex-aequo no último mas extremamente honroso lugar do pódio...
3º JOÃO "BROAS" PINTO e NITO !!!!!!!
Obrigado pela participação, e particularmente para Renivaldo Pereira Jesus e Vítor Duarte...não desaminem!!São grandes cromos no coração do blog e sempre serão!!
sexta-feira, outubro 15, 2004
Situação actual da bela da POLL
Qual o maior CROMO da história da bola lusa?
Esta foi a questão levantada por parte de "Cromos da Bola", á qual recebemos uma resposta sonora e inequívoca, qual remate fulminante de Barroso ou canto de Clayton.
1º...Dias da Cunha, apesar da sua inexperiência no Mundo da Bola, que só conta com os seus préstimos a tempo inteiro há poucos anos, mantém a liderança firme, qual FC Porto de Mourinho ou Académico de Viseu de João Cavaleiro.
O 2º lugar do pódio é orgulhosamente ocupado pelo mítico defesa direito do Maia, Carlos Secretário, um verdadeiro bastião do futebol nacional, que já tem reservado o lugar ao lado de Amália no Panteão Nacional para quando for fazer cruzamentos de régua e esquadro para os infinitos campos do céu.
O 3º lugar é o mais concorrido, visto que outros dois ex-laterais da nossa praça (curiosamente ambos embrenhados nas suas nóveis carreiras de treinador) se degladiam numa luta titânica pelo último lugar do pódio. O enorme Broas, melhor lateral da história do futebol luso, bem como o seu mais famoso poço de bacoradas, tenta levar a melhor sobre o carismático Nito, que ganhou notoriedade sobretudo como heroí dessa bíblia de tiragem anual que são os "Cadernos da Bola".
Ainda faltam dois dias para terminar a votação, mas esperam-se poucas surpresas. A coroação de Dias da Cunha parece iminente. Será culpa do sistema?
Gentlemen, place your bets.
NHABOLA, o Mito
Aqui está o vértice mais adiantado de uma questão arrasadora levantada desde sempre nos anais da bola:
O que torna um craque num cromo? Temos três opções que levantam paixões e dividem corações.
Por sua vez, um eterno jovem natural de Bissau, Armando Fati, mais conhecido por NHABOLA, é um mito por causa do... do... acertaram... NOME. Porquê não sei. Obviamente que a razão do dito cujo foi, é, e sempre será motivo da maior especulação e criação de mitos urbanos. Mitos esses que não tentaremos aqui desmistificar, claramente.
Na eventualidade de folha seca de o fazermos, seriamos concerteza alvo das maiores represálias por parte do Olimpo da Bola.
Para NHABOLA, esse goleador, um forte abraço.

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
O que torna um craque num cromo? Temos três opções que levantam paixões e dividem corações.
- 1. A forma de jogar
- 2. A aparência sui-generis
- 3. O nome
Por sua vez, um eterno jovem natural de Bissau, Armando Fati, mais conhecido por NHABOLA, é um mito por causa do... do... acertaram... NOME. Porquê não sei. Obviamente que a razão do dito cujo foi, é, e sempre será motivo da maior especulação e criação de mitos urbanos. Mitos esses que não tentaremos aqui desmistificar, claramente.
Na eventualidade de folha seca de o fazermos, seriamos concerteza alvo das maiores represálias por parte do Olimpo da Bola.
Para NHABOLA, esse goleador, um forte abraço.

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
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